#Infográfico – As melhores campanhas de todos os tempos

A College Online criou um infográfico para as melhores campanhas de todos os tempos…

Podemos ver que Coca-Cola, Volkswagen, Absolut, McDonalds e Nike sempre foram pioreiras em criatividade e boas ações.

Confira:
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@Mikebigode

Coca-Cola e o “Engarrafamento da Felicidade”

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A Coca-Cola  resolveu aproveitar essa oportunidade e levar felicidade aos motorista de Bogotá, na Colômbia.

A ação, criada pela Ogilvy & Mather, usou um enorme telão que passava filmes (de 1 minuto de duração apenas), onde os motoristas tinham de sintonizar uma rádio especial para escutar o áudio. E fora isso, promotores distribuiam pipocas, cachorros-quentes, salgadinhos e claro Coca-Colas para acalmar os mais estressados.

Olha só:

Novo Comercial Coca-Cola – Argentino Infiltrado

A velha rincha Brasil x Argentina é o tema do novo comercial da Coca-Cola, feito especialmente para a Copa América, da qual a marca é patrocinadora oficial.

A criação é da Santo de Buenos Aires.

Pepsi | “Santa Dancing”

pepsi papai noel cocacola  Pepsi | “Santa Dancing”

Muitos atribuem a criação da imagem do Papai Noel como o conhecemos (de roupa vermelha, barba branca…) pela Coca-Cola. Usando esse “mito”, a Pepsi volta a atacar diretamente a Coca-Cola em sua nova campanha de verão, escalando o bom velhinho como garoto propaganda e mostrando como ele curte suas merecidas férias…

Fonte: Comunicadores

Outdoor da Coca Cola feito com plantas ajuda a absorver poluição do ar


Iniciativa da Coca Cola em parceria com a WWF, esse outdoor é todo coberto por plantas do chá Fukien, que absorve a poluição do ar. Instalado nas Filipinas, ele mede cerca de 20m por 20m – se ficar lá por 1 ano, vai conseguir absorver um total de 21 mil quilos de dióxido de carbono da atmosfera. Pra completar, as plantas estao em garrafas velhas do refrigerante e sao irrigadas através de um sistema que economiza água e fertilizantes.

Pepsico acirra disputa de chás com Coca-Cola

A Pepsico aumentou a dose de investimentos na marca Lipton para retomar a liderança do setor de chás prontos para beber, que registrou aumento de 12% no volume de vendas entre os meses de janeiro e abril desse ano. De acordo com a Nielsen, o mercado movimentou 64,5 milhões de litros em 2010, um índice 9,1% maior do que no ano anterior. O objetivo é dar um gole no share da Coca-Cola, líder do setor com a marca Leão Júnior, que detém 35% de participação. Os chás da linha Nestea, da Nestlé, ocupam a segunda posição, com 26% do mercado, seguida da Pepsico, que até 2003 era a maior marca do setor e hoje possui uma fatia de 13%.

Sem revelar cifras, a Pepsico garante que o aporte é um dos mais significativos dentro da verba de R$ 2,5 bilhões em investimentos anunciados pela Ambev, que produz e distribui os chás Lipton no Brasil, conforme informa a edição dessa quinta-feira do jornal Valor Econômico. Os recursos serão aplicados na mudança das embalagens do produtos Lipton, que agora serão acartonadas, além do lançamento de uma versão mate da bebida, sabor que responde por 50% do mercado de chás prontos no País. As outras variantes consumidas pelos brasileiros são o chá preto (30%) e verde (10%).

Perfil de consumo
Cada brasileiro bebe em média 0,8 litro ao ano de chás prontos para beber, um consumo inferior a países como Portugal, onde o volume chega a 21 litros por pessoa, e Estados Unidos, com 12,9 litros. Esse elevado potencial de crescimento explica a atração de novos recursos. De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), o consumo do produto cresceu cerca de 10% em 2010, contra 6% dos refrigerantes.

Fonte: Meio e Mensagem

Ogilvy Brasil cria para Coca-Cola nos EUA

A Ogilvy do Brasil é a responsável por duas ações para as marcas Coca-Cola e Fanta. Ambas as criações foram concebidas pelo escritório brasileiro e executadas nos Estados Unidos.

Intitulada “Lift&Laught” a ação de Fanta, solicitada pelo escritório de Nova York da rede, buscava reforçar o posicionamento da marca, ao dizer que com Fanta o “único caminho é para cima”.

A agência então escolheu um elevador em uma escola na cidade de Atlanta para despertar risos e a curiosidade dos estudantes. Dentro do “meio de transporte” foi instalado um dispositivo que reagia aos movimentos e comentários dos alunos.

Algumas vezes repetia tudo que uma pessoa dizia para a outra. No caso do estudante estar sozinho no elevador, por exemplo, ao encostar numa parte da parede, um som simulava um choque.

Ao final da viagem, uma espécie de tapume se abria mostrando um refrigerador e diversas latas de Fanta. Bolinhas laranjas (cor da marca) eram jogadas, simulando uma festa.

As reações foram gravadas pela produtora Definiton 6. Muitas pessoas não queriam descer do elevador ou pediam para repetir a viagem. De acordo com Anselmo Ramos, diretor de criação da Ogilvy, a ação não faz parte de uma campanha específica e visa principalmente a consolidação da imagem que a marca, que é transmitir alegria.

 

O vídeo da ação nos elevadores

No caso de Coca-Cola, um viés mais emocionante foi adotado. A execução da ação foi aconteceu no Natal de 2010 com o nome de “Forgotten Letters”.

Tudo se passa na cidade de Santa Claus, no estado de Indiana, EUA. No local existe um museu que reúne diversos objetos relacionados à figura do Papai Noel e que há mais de setenta anos recebe cartas do mundo todo.

O anunciante e a agência escolheram 40 delas e foram procurar as pessoas que escreveram para entregar o presente. De uma boneca, a um cavalo, os  desejos eram diversos.

O resultado foi um comovente filme que traduz o conceito da Coca-Cola sobre acreditar, além de reforçar a magia do Natal. A produtora Hungry Man acompanhou a Ogilvy nessa jornada.

 

“As cartas esquecidas de Papai Noel”

O fato de as ações terem sido criadas para outros escritórios é algo comum dentro da rede Ogilvy. “Por sermos uma agência com trabalhos relevantes, somos convidados para a realização de vários pitchings globais. É uma prática recorrente no grupo”, relata Ramos.

Para o criativo, mesmo sendo filmes que não estão relacionados a uma campanha específica, o importante é a mensagem que eles passam e que amparam a marca na fixação de sua imagem. “Queremos sempre produzir conteúdo relevante, não importa a plataforma”, conta.

Ramos destaca que só o fato de as pessoas assistirem o filme, mesmo que no YouTube, gera discussões em torno do assunto e com as redes sociais, os usuários interagem e passam para frente a mensagem proposta pela marca.

Essa é a mesma receita que foi utilizada na criação dos cases “Conta de 73 mil” (que ganhou Ouro em Cannes) e “Drunk Vallet”, recém-lançado. Na ação, um motorista de estacionamento fingia estar bêbado e mesmo assim abordava os clientes para estacionar os veículos. O resultado foi um vídeo que mostra que nenhuma pessoa deixou um motorista alcoolizado dirigir o carro.

Fonte: Meio e Mensagem