#SocialMedia – O que os usuários querem nas redes sociais?

Ousadia ou Realidade?

Ousadia ou Realidade?

O atual momento das redes sociais no Brasil, ampliou as matrizes de conteúdo para um formato mais dinâmico, interativo e até mesmo divertido.

O público busca encontrar nas marcas de apreço uma identificação quase íntima. Isso faz com que o posicionamento das mesmas seja cada vez mais real e humano.

Nas redes sociais deve haver um estreitamento de relações entre marca e cliente, ele deve ser atingido de forma humana e natural. Para que isso ocorra é necessário descer um degrau da superioridade onde a marca se encontra e chegar próximo ao patamar de relacionamento “afetivo” com o cliente.

Em uma busca constante por conteúdo atrativo, os usuários “pulam” de canal em canal para que suas necessidades de interatividade sejam supridas.

O usuário presente atualmente nos canais sociais de marca, busca apenas atrativos que agreguem algum valor humano ou material.

No material, buscam ofertas, promoções, concursos, e raramente informações institucionais.

Na base humana, estão em busca de conteúdo interativo,  simplificado e criativo.

A presença de conteúdo institucional é de extrema importância e de forma alguma deve ser excluído de uma matriz, entretanto a presença de um conteúdo “fun” é de extrema importância para a manutenção dos canais.

E a pergunta que fica é: “Até onde o estreitamento de relação com usuário é benéfico para a imagem da empresa?”

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@mikebigode

Guaraná Antarctica muda nomes de veículos

E se em vez de Vírgula, o portal de entretenimento, música e artes passasse a se chamar Ponto? Ou se, de repente, começasse a nevar no Nordeste? Ou então, se ao ligar a TV, os espectadores descobrissem que, depois de 20 anos, a tradicional sigla MTV, na verdade, significa “Mambo TV” ou “Macarronada TV”?

Essas coisas improváveis viraram realidade nessa sexta-feira. Em uma ação publicitária, o Guaraná Antarctiva, da Ambev, mudou o nome e mexeu com o noticiário de alguns veículos de mídia. O objetivo é sustentar e divulgar a campanha “Acha que já viu de tudo?”, lançada pela marca pela agência DM9DDB, que apresenta o conceito de que é possível ver qualquer coisa nesse mundo, menos a secreta e exclusiva fórmula do Guaraná Antarctica.

Ao longo de todo o dia, a home do Climatempo, por exemplo, exibe uma foto de uma paisagem embranquecida pelo gelo, com a manchete “Neve no Nordeste”. Já o portal Vírgula mudou de nome, exibindo a palavra “Ponto” como logo em sua abertura. O Ig também participa da ação, com um banner verde em sua página inicial, convidando o internauta a clicar para ter a certeza de que ele ainda não viu de tudo.

Já a ação na MTV acontecerá ao longo de toda a semana e brincará com a letra M do nome do canal. Em vez do Music (de Music Television) nas chamadas, o M será trocado por termos como “Mambo”, “Macarrão” ou “Mágica”.

Fonte: Meio e Mensagem

Google planeja canais para TV pelo YouTube

Preparando-se para a chegada das televisões com acesso à internet, o Google está trabalhando em mudanças no YouTube para oferecer conteúdo voltado para esse novo segmento. Com investimento calculado em US$ 100 milhões, o Google planeja produção de conteúdo próprio para ser veiculado em 20 canais divididos por áreas de interesse, como esportes e arte. Com isso, o YouTube sofreria mudanças em sua home page, dando destaque para o novo serviço.

Com a possibilidade de pessoas assistirem a vídeos do YouTube em grandes televisores ligados à internet, recostadas em um sofá confortável na sala de estar, o Google prepara-se para concorrer com a televisão aberta e a cabo, tentando convencer patrocinadores e anunciantes que o conteúdo produzido atingirá o público desejado.

As alterações previstas são uma grande aposta do website dedicado a videos mais popular do mundo. O Google espera cultivar espectadores fiéis dentro desse gênero ainda não explorado, com produções que ficam entre os filmes amadores realizados por usuários e as grandes produções da televisão.

A iniciativa segue a tendência de mudanças que a empresa vem tentando promover no YouTube. Desde que a foi comprado em 2006 pelo Google, por US$ 1,6 bilhão, o YouTube busca tornar-se um centro rentável, fazendo parcerias com agências e companhias de programação online para melhorar a audiência e aumentar os valores pagos para publicidade.

O Google firmou um acordo para transmitir ao vivo a liga nacional indiana de críquete, no início de 2010, abrindo portas para que a companhia iniciasse conversas sobre a transmissão de eventos maiores, como jogos da NBA e da NHL, em janeiro deste ano.

Fonte: Meio e Mensagem