Depois de invadir casamentos, eles vão virar os estagiários!

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Finalmente todas as piadinhas sobre estagiários (inspiradas na vida real, claro) vão sair da internet e virar um filme! E não serão quaisquer estagiários em qualquer empresa. O plano de  fundo do filme é, nada mais nada menos, que o famoso escritório do Google! A dupla que interpretará os estagiários serão os atores Vince Vaughn e Owen Wilson, que já atuaram juntos no filme “Penetras Bons de Bico”.

Já estava demorando para ter um filme baseado no Google, não é mesmo? Se prepare para boas risadas! Em agosto nos cinemas.

 

Gabriela Araújo

All you need is Beatles

Não há como não amar esta banda atemporal que até hoje embala romances, festas e muitas de nossas criações publicitárias.

Para os amantes dos Beatles, o site ZapImoveis publicou alguns acessórios do lar (incrivelmente desejados por todos nós) que possuem como tema principal o famoso quarteto britânico.

Quem aí quer?

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Adesivos são sempre uma boa opção para decorar – e barato!

almofada Cada um do quarteto custa R$ 158 e está disponível na Casa Diseño.

Almofadas pintadas a mão, da Casa Diseño. Por R$158 cada

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O berço que nos faz ter vontade de ter filhos AGORA!

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All you need is Beatles!

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Mais uma opção de adesivos, mas para geladeira, agora

IKS Design e custa R$ 49,90

Almofadas da IKS Design por R$ 49,90 cada

infusor de cha Este item pode ser comprado na Amazon por US$ 12

Infusor de chá pode ser achado na Amazon por US$ 12

porta-celular porta-celular pode ser encontrado no IKS Design, por R$ 19,90. Ele é feito sob encomenda.

Porta celular, da IKS Design por R$ 19,90

sola iluminação Seu preço é R$ 50.

Luminária da Sola Iluminação, por R$ 50

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@_hrdias

Saiba o que bombou no Facebook brasileiro em Abril

O Social Bakers criou um ranking das páginas que mais tiveram destaque no Brasil em Abril. O Guaraná Antártica continua no topo da lista, sem perder seu posto nem ao menos para a Coca-Cola – mas isso em número de fãs. Quando se fala de engajamento, a página da Alelo Brasil é destaque, com aumento de 11% este mês. É interessante observar que o segmento alimentício e bancos são os mais procurados pelo internauta brasileiro.

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Quando o assunto é atendimento nas redes sociais, a Sky Brasil fez bem a lição de casa, conseguindo responder 1.021 perguntas em uma média de espera de apenas 20 minutos para cada. O Bradesco quase alcançou esse tempo, porém com bem menos questionamentos: apenas 338.

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E quanto aos posts mais populares, temos a imagem que demonstra a disparidade entre chefes e líderes, da página Geração de Valor, com o maior número de interações. Em seguida, o divertido “deu branco” da Nokia e a nova chuteira da Nike, assinada por uma personalidade no futebol. Se eu fosse da agencia dessas empresas, com certeza aproveitaria o engajamento dos posts e criaria uma campanha baseada em cada tema!

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Gabriela Araújo

US$ 8 mil gerou uma marca de sucesso!

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Em 1953 Hugh Hefner estava insatisfeito com seu trabalho na revista Children’s Activities, então começou a trabalhar em uma ideia visionária, arrecadou US$ 8 mil penhorando móveis e fazendo empréstimos com familiares e amigos, e na mesa de sua cozinha escreveu a primeira edição da Playboy. Inicialmente iria chamar a publicação de Stag Party, mas ficou com medo de um processo por ter uma revista no mercado com o nomeStag’, então aceitou a sugestão de um amigo e adotou Playboy, seu logo foi desenhado em meia hora, o coelho daria o espirito divertido e a gravata sofisticação.

Pagou menos de US$ 600 por direitos autorais das fotos de Marilyn Moroe nua, que estava em inicio de carreira, ela seria a primeira ‘Sweetheart’, foram vendidas 56 mil revistas das 70 mil impressas.

Em 1954 na 2ª edição a garota da capa passa a se chamar ‘Playmate do mês’, antes de completar aniversário chega o primeiro anunciante grande, a Springmaid, no ano seguinte apontava crescimento de 102%, se torna a 49ª revista mais vendida dos EUA e a palavra ‘Center Folder’ (pôster central) entra para o vocabulário popular.

A essência da revista era o sexo, mas não abordava somente esse assunto, nunca foi uma publicação exclusiva de conteúdo erótico, o gancho seria uma revista de bom gosto que proporcionava um conteúdo útil e interessante para os homens que desejavam um estilo de vida sofisticado.

Em 1959 sua circulação passava de 1,1 milhão.

No final da década de 50 comprou a mansão Playboy, o branding de relacionamento já estava lançado com Playboy Club e Playboy Penthouse (canal tv a cabo). Passou também a ser uma marca de experiência, os assinantes frequentavam festas na mansão com direito a coelhinhas, bebiam do melhor whisky e voltavam para casa de limousine. A Playboy foi considerada marco cultural de Chicago ao realizar a 1º edição do Playboy Festival Jazz (que hoje é realizado em L.A), e toda arrecadação dos ingressos foram doados para cidade.

Com o passar do tempo novas publicações surgiram no mercado, algumas falando sobre cerveja e fusca e alcançando a classe média, mas a Playboy não se intimidou, continuou a publicar seu conteúdo refinado e suas entrevistas começaram a ganhar mais repercussão do que a ‘Playmate’.

Para gerenciar todo seu império Hefner criou a Playboy Interprise, agência de desenvolvimento e distribuição de entretenimento adulto. Hoje a empresa está estruturada em três segmentos: Publishing (que administra a revista), entretenimento (que controla ativos de eletrônicos) e licenciamento (que licencia o nome Playboy e logotipo de coelho para terceiros).

Apenas um terço da receita deriva da revista, a maior parte vem da disseminação de conteúdo em formato eletrônico, como televisão e internet, e de produtos que levam seu nome, como vestuário.

Hefner acreditou no sucesso, a revista satisfazia uma necessidade existente na época entre os leitores, era diferente de qualquer produto no mercado e era para um nicho específico. Se reinventou com as mudanças da sociedade como a chegada de novas gerações, é uma marca que aparenta ter folego para continuar adiante.

A marca Playboy é uma das mais reconhecidas e populares do mundo.

Como rendeu US$ 8 mil!

Falem bem ou falem mal, mas falem que Hefner foi corajoso e perceptivo!

 

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*Fonte de inspiração : Nos bastidores da Playboy , Susan Gunelius.

 

 

@alynepassarelli

A publicidade que vendia pessoas

Me lembro bem da minha primeira aula no curso de Publicidade e Propaganda: todos ainda tímidos, depois ter ter ficado sem um tostão no bolso para evitar que o trote fosse muito forte. Daí entrou a professora, sentou em cima da mesa e perguntou: Quando começou a propaganda no Brasil? O silêncio tomou conta da sala. Daí ela olhou para mim e veio com tudo: Você, aí, sabe me responder? Sem nem imaginar o que eu estava falando, respondi: Na época da escravidão, vendendo escravos!

Ela abriu um sorriso lindo e, para mim, essa resposta garantiu a minha moral com ela pelos quatro anos de faculdade.

Ok, e daí? O que esse momento nostálgico tem a ver com isso aqui? Acontece que, mesmo sem saber o que eu falava, eu tinha a razão. E como hoje, 13 de maio, é comemorado o Dia da Abolição da Escravatura no Brasil, me veio a ideia de trazer para cá alguns destes anúncios que, mesmo sem técnica, persuasão e qualidade alguma, foram os pioneiros nesta arte de comunicar que tanto amamos.

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Agora para de ficar lendo isso aqui e vai trabalhar, porque você ainda não foi abolido!

@_hrdias

THRILLER LIVE BRASIL TOUR

ESPETACULAR, esta é uma das palavras que define o ETERNO rei do pop, Michael Jackson.

Ganhador de inúmeros prêmios e grandes conquistas, um artista como Michael merece mais que uma simples homenagem, merece um espetáculo tão grandioso como ele.

Depois de percorrer mais de 20 países europeus, e a temporada no Rio e em Brasília, chegou à vez dos paulistas apreciarem um dos espetáculos mais aguardados pelos fãs: THRILLER LIVE BRASIL TOUR.

Tive a oportunidade de assisti-lo na estreia (10) e digo que saí de lá em ÊXTASE.

Thriller

O musical conta a história de Michael Jackson por meio de algumas das suas músicas mais famosas: Billie Jean (inesquecível Moonwalk), Smooth Criminal (apresentado 2x, uma no 1º ato e outra no 2º, neste ato, a desempenho do bailarino que interpreta o Michael é DEMAIS), Beat It, Thriller (que consagrou o “rei”) e pra levantar a galera, Black or White.

Dividido em dois atos, o show conta ainda com banda ao vivo, alguns artistas brasileiros e muitas projeções que ora mostram imagens do cantor, ora servem como pano de fundo para as coreografias.
PS: No intervalo, há entrevistas com o elenco e o diretor do musical, se possível, fiquem nas cadeiras e assistam, é bem bacana =)

Difícil mesmo é ficar parado na poltrona, sem cantar e balançar ao som de hits que marcaram a história de Michael Jackson e da música. VALE MUITO A PENA!

Vejam abaixo algumas fotos que fiz.

Ah sim, o teaser do musical, não podia faltar…

INFORMAÇÕES
Datas: De 10 de maio a 23 de junho de 2013
Horários: Sexta, às 21h; Sábados, às 17h30 e 21h30; Domingos, às 17h e 21h
Onde: Credicard Hall
Preços: R$ 70 a R$ 250 (http://premier.ticketsforfun.com.br/)

Fontes: Thriller Live Brasil; Tickets for fun; Guia da Semana

@dani pils

DICA DA SEMANA: “BABEL” (2006)

Brad Pitt, que desistiu de atuar em “Infiltrados” (filme multi-vencedor do Oscar de 2007 e que ele também produziu) para protagonizar “BABEL”, entra na pele de Richard, turista americano no Marrocos, em uma das melhores atuações de sua carreira.

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“BABEL” retrata 4 histórias diferentes e fragmentadas, contadas simultaneamente. Há um núcleo no qual o casal Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), em viagem ao Marrocos, passa por momentos de agonia quando Susan é atingida por uma bala perdida no meio do deserto, dentro do ônibus de turistas. Neste contexto, é contada a história de dois jovens irmãos, que saem pelo deserto marroquino de posse de uma espingarda recebida das mãos do pai. Nos EUA, ao mesmo tempo, os filhos do casal, Debbie (interpretada por Elle Fanning, irmã da talentosa Dakota) e Mike, são levados a um casamento na fronteira mexicana por sua babá Amélia. Em um último enredo, é trazida a rotina de uma surda-muda no Japão, Chieko, que vive com seu pai e com memórias da trágica perda de sua mãe.

Ao longo do filme, entendemos como são construídos os laços infindáveis entre as histórias, e porque elas estão lá. Conforme você imaginou, o título de “BABEL” remete ao míto bíblico da Torre de Babel, e não por acaso a incompreensão entre pessoas e culturas propositalmente mostradas no filme é derivada do episódio no qual homens se desentendem ao tentar construir uma ferramenta para chegar aos céus. E a narrativa do filme justifica plenamente seu título.

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O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu constrói mais uma vez seu mosaico dramático característico em “BABEL”, completando o que foi chamado por ele de “Trilogia da Dor”, depois do primeiro e mais simples “Amores Perros” (2000), e do seguinte e mais violento “21 Gramas” (2003). Juntamente com o também mexicano Alfonso Cuarón e o espanhol Pedro Almodóvar, Alejandro desponta nos 10 últimos anos com uma vertente de “câmera nos ombros” do cinema latino-americano, que já está marcando época no cinema moderno.

Dono de uma direção que transborda espontaneidade, Iñárritu acerta em cheio também no elenco de “BABEL”, convocando mais uma vez seu xodó Gael Garcia Bernal, o Che Guevara de “Diários de Motocicleta”. Além das presenças de Pitt e Blanchett, a grata surpresa do longa, com uma atuação indicada ao Oscar, fica por conta da atriz mexicana Adriana Barraza (Amélia, a babá), que desempenha um papel difícil com muita competência. Um detalhe curioso é que muitos dos membros do elenco nunca chegaram a conhecer uns aos outros até o lançamento do filme devido à distância entre os sets de filmagens.

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Com 7 indicações à estatueta de ouro (Direção, Edição, Melhor Filme, Atriz Coadjuvante – Adriana Barraza e Rinko Kikushi – e Roteiro Original), vencedor da direção em Cannes e drama no Globo de Ouro, pode-se destacar o prêmio de Melhor Trilha-Sonora no Oscar para Gustavo Santaolalla, que faz toda a diferença no contexto de “tragédia iminente” imputado em toda a trama

Um clima de medo implícito confabulado às fragilidades das emoções e sensações humanas. Fragilidades, estas, que não são somente demonstradas, e sim escancaradamente jogadas aos nossos olhos. É impossível não se sensibilizar com os acontecimentos dramáticos dos personagens de “BABEL”. Este é o contexto geral de um filme que é daqueles que mexe com nossas emoções. Um filme humano, verdadeiro e tocante. Sem dúvida alguma, se você é humano e se interessa por dramas humanos (não é regra?!), você deve assistir “BABEL”.

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FICHA TÉCNICA
Diretor: Alejandro González Iñárritu
Produção: Steve Golin, Jon Kilik, Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Guillermo Arriaga
Fotografia: Rodrigo Prieto
Trilha Sonora: Gustavo Santaolalla
Duração: 142 min.
Ano: 2006
País: EUA/ França/ México
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Anonymous Content / Paramount Vantage / Paramount Pictures / Zeta Film / Central Films / Media Rights Capital
Classificação: 16 anos

@LeFernandes1

Facebook.com/LeFernandes

Quem tá na chuva é pra se molhar?

Não APENAS se molhar, mas ainda quem sabe desfrutar de um belo gole de whiskey! =)

Com essa proposta a Talisker Whiskey, em parceria com a Vivid Design Works, desafiou os londrinos á enfrentarem uma tempestade.

Ai você deve estar se perguntando: - Tá, o que uma tempestade tem haver com o whiskey?

Bom, pra quem não sabe [assim como eu], Talisker é dona da única destilaria em uma das ilhas ao norte da Escócia – Skye – que também é um dos lugares mais úmidos do país, onde uma leve garoa pode rapidamente formar um fenômeno meteorológico.

Em uma instalação interativa medindo 8 metros, as pessoas escolhiam  o “nível” de tempestade que gostariam de enfrentar, os mais resistentes levavam uma garrafa do produto, e aqueles que escolhiam um nível mais fácil provavam apenas um copinho.

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Abaixo o vídeo mostra como foi à experiência e os depoimentos dos “corajosos”.

[em off] Confesso que até eu enfrentaria uma tempestade por um “golinho” de whiskey [risos]. E vocês?

fontes: exame.com

@dani pils

O caso Danette e a bola fora com os São Paulinos

Por mais que já existam diversos cases de grandes marcas que erraram feio nas mídias sociais, algumas não aprendem. Hoje foi a vez de a Danette dar uma bola fora – literalmente! Todo brasileiro conhece o ditado “de religião, política e futebol não se discute”, e foi justo no ponto mais sensível que o social media da marca resolveu cutucar: sim, o futebol.

O jogo de ontem do Atlético Mineiro contra o São Paulo deu o que falar no Facebook, e a página da Danette resolveu fazer a seguinte brincadeira:

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Já dá para ver pelos comentários que não gostaram muito, né? Sim, torcedor é bixo chato. Quando amamos nosso time, o defendemos como se fosse nossa cria! A Danette atacou os filhotes de uma leoa em um dos seus piores dias, e mesmo com a retratação ainda está recebendo comentários ofensivos na página. Muitos comentários agressivos de torcedores exaltados não se justificam, mas fica a dica para todos que trabalham com mídias sociais: nunca, eu disse NUNCA, associe sua marca ao esporte de maneira negativa.

Já está rolando os comentários de que a agencia responsável pela gestão da página da Danette é que não simpatiza muito com o São Paulo; no lançamento do Novo Uno, em 2010, eles responderam a um consumidor que rosa é cor de são paulino, e a Fiat ficou com imagem negativa na mídia por um período.

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Via

Gabriela Araújo

Oi, meu nome é Abercrombie e eu sou a marca mais babaca do mundo!

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Tudo começou quando a popular marca americana Abercrombie & Fitch disse que não fabricaria mais os tamanhos GG e GGG.
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Até ai tudo bem, afinal cada marca tem o direito de não querer fabricar tais tamanhos, e outra, pode ser devido a baixa venda dos mesmos entre outros motivos.

Mas não, o fim dos tamanhos grandes não foi devido a uma queda de vendas ou algo do tipo, foi simplesmente pelo fato da Abercrombie ter um pensamento medíocre.

“Ahhh, mas isso é o posicionamento deles”
Não, isso é uma vergonha para a moda, e para o mundo de uma forma geral.

Veja a seguinte declaração:

“Toda escola tem os adolescentes legais e populares, e os que não são tanto assim. E sinceramente, nós somos destes que queremos os bonitos, “cool”, que tem uma boa atitude e muitos amigos. Muita gente não serve em nossas roupas e não devem servir. Somos exclusivos? Com certeza!”

Assim disse Mike Jeffries CEO da Abercrombie.

Obrigado Mike, você acaba de abrir meus olhos e mostrar como você e sua marca são ridículos.

O que você tem a dizer sobre isso?

@Mikebigode

via