DICA DA SEMANA: “BABEL” (2006)

Brad Pitt, que desistiu de atuar em “Infiltrados” (filme multi-vencedor do Oscar de 2007 e que ele também produziu) para protagonizar “BABEL”, entra na pele de Richard, turista americano no Marrocos, em uma das melhores atuações de sua carreira.

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“BABEL” retrata 4 histórias diferentes e fragmentadas, contadas simultaneamente. Há um núcleo no qual o casal Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), em viagem ao Marrocos, passa por momentos de agonia quando Susan é atingida por uma bala perdida no meio do deserto, dentro do ônibus de turistas. Neste contexto, é contada a história de dois jovens irmãos, que saem pelo deserto marroquino de posse de uma espingarda recebida das mãos do pai. Nos EUA, ao mesmo tempo, os filhos do casal, Debbie (interpretada por Elle Fanning, irmã da talentosa Dakota) e Mike, são levados a um casamento na fronteira mexicana por sua babá Amélia. Em um último enredo, é trazida a rotina de uma surda-muda no Japão, Chieko, que vive com seu pai e com memórias da trágica perda de sua mãe.

Ao longo do filme, entendemos como são construídos os laços infindáveis entre as histórias, e porque elas estão lá. Conforme você imaginou, o título de “BABEL” remete ao míto bíblico da Torre de Babel, e não por acaso a incompreensão entre pessoas e culturas propositalmente mostradas no filme é derivada do episódio no qual homens se desentendem ao tentar construir uma ferramenta para chegar aos céus. E a narrativa do filme justifica plenamente seu título.

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O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu constrói mais uma vez seu mosaico dramático característico em “BABEL”, completando o que foi chamado por ele de “Trilogia da Dor”, depois do primeiro e mais simples “Amores Perros” (2000), e do seguinte e mais violento “21 Gramas” (2003). Juntamente com o também mexicano Alfonso Cuarón e o espanhol Pedro Almodóvar, Alejandro desponta nos 10 últimos anos com uma vertente de “câmera nos ombros” do cinema latino-americano, que já está marcando época no cinema moderno.

Dono de uma direção que transborda espontaneidade, Iñárritu acerta em cheio também no elenco de “BABEL”, convocando mais uma vez seu xodó Gael Garcia Bernal, o Che Guevara de “Diários de Motocicleta”. Além das presenças de Pitt e Blanchett, a grata surpresa do longa, com uma atuação indicada ao Oscar, fica por conta da atriz mexicana Adriana Barraza (Amélia, a babá), que desempenha um papel difícil com muita competência. Um detalhe curioso é que muitos dos membros do elenco nunca chegaram a conhecer uns aos outros até o lançamento do filme devido à distância entre os sets de filmagens.

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Com 7 indicações à estatueta de ouro (Direção, Edição, Melhor Filme, Atriz Coadjuvante – Adriana Barraza e Rinko Kikushi – e Roteiro Original), vencedor da direção em Cannes e drama no Globo de Ouro, pode-se destacar o prêmio de Melhor Trilha-Sonora no Oscar para Gustavo Santaolalla, que faz toda a diferença no contexto de “tragédia iminente” imputado em toda a trama

Um clima de medo implícito confabulado às fragilidades das emoções e sensações humanas. Fragilidades, estas, que não são somente demonstradas, e sim escancaradamente jogadas aos nossos olhos. É impossível não se sensibilizar com os acontecimentos dramáticos dos personagens de “BABEL”. Este é o contexto geral de um filme que é daqueles que mexe com nossas emoções. Um filme humano, verdadeiro e tocante. Sem dúvida alguma, se você é humano e se interessa por dramas humanos (não é regra?!), você deve assistir “BABEL”.

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FICHA TÉCNICA
Diretor: Alejandro González Iñárritu
Produção: Steve Golin, Jon Kilik, Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Guillermo Arriaga
Fotografia: Rodrigo Prieto
Trilha Sonora: Gustavo Santaolalla
Duração: 142 min.
Ano: 2006
País: EUA/ França/ México
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Anonymous Content / Paramount Vantage / Paramount Pictures / Zeta Film / Central Films / Media Rights Capital
Classificação: 16 anos

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A redenção de David Bowie

Depois de 10 anos, completamente navegandos pelo ócio e anonimato, muitos diziam que ele já era. No começo do ano, sem nenhum aviso prévio, ele lançou música nova, noticiou que vinha CD novo e ganhou o título de maior retorno da música. Definitivamente, 2013 é o ano é dele.

“Em uma era onde podemos ver a fotografia do café-da-manhã de Rihanna ou saber o que Lady Gaga pensa do Die Antwoord em 140 caracteres, manter o mais completo silêncio por uma década imediatamente coloca você acima do resto, além de criar uma fome, um desejo, uma necessidade por informação"

“Em uma era onde podemos ver a fotografia do café-da-manhã de Rihanna ou saber o que Lady Gaga pensa do Die Antwoord em 140 caracteres, manter o mais completo silêncio por uma década imediatamente coloca você acima do resto, além de criar uma fome, um desejo, uma necessidade por informação”

Hoje, o camaleão surpreendeu de novo e lançou seu mais novo clip. “The Next Day”, música que dá título ao último álbum do cantor, em menos de 12 horas no ar, já fez barulho e acabou sendo retirado do ar pelo Youtube.

Com a participação dos atores, and fucking awesomes, Gary Oldman (“Batman: O cavaleiro das trevas ressurge”) e Marion Cotillard (“A origem”), o clip mistura violência, religião, sangue e redenção ao contar, com muita ironia ao cristianismo, a história de uma prostituta que é renovada pelo poder da salvação ao encontrar Deus Bowie.

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Concebido e roteirizado pelo próprio, este é mais um manifesto de Bowie dizendo que ainda está muito longe de morrer.

Confira o clip.

legen… wait for it… dary

@lucas_villaca

DICA DA SEMANA: “Preciosa – Uma História de Esperança” (2009)

Pense num filme chocante. Pense num filme perturbador, difícil. Um filme impactante, surpreendente. Estes e muitos outros adjetivos seriam necessários para definir o que exatamente se passa em “Preciosa” (Precious, do título em inglês).

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Com nome de novela mexicana, este longa em nada tem relação com os pseudo-dramas latinos dos anos 1990. A história se passa no Harlem, bairro de Nova York, em 1987. Claireece ‘Preciosa’ Jones, mais conhecida como ‘Preciosa’ (Gabourey Sidibe), é uma adolescente de 16 anos que está grávida pela segunda vez do próprio pai. Sua primeira filha, que mora com sua avó, é carinhosamente chamada de “mongo” – proveniente de mongolóide – pois é portadora da Síndrome de Down, e é através dela que Mary (Mo’Nique), mãe de Preciosa, recebe a renda do governo quando uma vez por mês a menina é trazida para sua casa no intuito de enganar a assistente social.

O filme conta em detalhes como Preciosa é maltratada, subjulgada, ofendida e agredida a todo momento por sua mãe e por seus amigos da escola, e como sua esperança se esvai à medida em que não existe qualquer amor ou carinho que a acalente.

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O roteiro, baseado no livro “Push”, da autora que foi professora no Harlem e viu essa história de perto, Sapphire – pseudônimo de Ramona Lofton – é cuidadosamente bem construído pelo diretor Lee Daniels. Filmado em apenas cinco semanas, Daniels dá um tom de drama humano ao filme que nos salta aos olhos, evidenciando que os nossos problemas em nada são comparáveis aos vividos por Preciosa.

Mo’nique (atriz que tem origem na comédia), mãe da nossa heroína e um dos personagens mais asquerosos que o cinema já mostrou, dá um show de atuação em sua interpretação vencedora do Oscar. Uma mulher amargurada e rancorosa, Mary só pensa em si mesma e não está nem ai para a filha ou para a neta. Seu olhar de indiferença, em relação aos problemas ao redor, chega a aterrorizar qualquer espectador com mínimas sensações humanas de carinho ou afeto.

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“Preciosa” é, além de tudo, uma história que precisa ser contada. Uma história que precisa chegar até nós. É uma realidade pesada, conturbada, mas que no filme é contada de forma convincente e sensível. Uma história tão real quanto a naturalidade da atriz estreante (e indicada ao Oscar) de nome difícil, Gabourey Sidibe, que fez o teste para o papel de Preciosa apenas 6 semanas antes do início das filmagens por sugestão e indicação de amigos.

“Preciosa” é um filme que você não vai ver para se distrair, muito menos para se divertir. Mas que, sem dúvida, você não deve deixar de assistir.

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FICHA TÉCNICA

Diretor: Lee Daniels
Roteiro: Geoffrey Fletcher
Produção: Oprah Winfrey; Tyler Perry
Fotografia: Andrew Dunn
Trilha Sonora: Mario Grigorov
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Lee Daniels Entertainment / Lionsgate / Smokewood Entertainment Group
Classificação: 12 anos

@LeFernandes1

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DICA DA SEMANA: “A Outra História Americana” (1998), com Edward Norton

Trata-se de um filme difícil, pesado, mas com um ritmo ideal para seu tema: Racismo, discriminação ou crime de ódio.

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O longa “A Outra História Americana” (American History X, para os íntimos) conta a história dos irmãos Danny (Edward Furlong), o mais novo e que se espelha completamente no irmão mais velho Derek, vivido por Edward Norton.

Derek é o líder de uma gangue neonazista de ideologias racistas (também conhecida como “Skinheads”), que prega o ódio por negros, judeus e imigrantes no bairro de maioria branca ariana Venice Beach (Praia de Veneza, em português), em Los Angeles, Califórnia.

Eles perderam precocemente o pai, um bombeiro, assassinado enquanto apagava um incêndio em um bairro de maioria negra, quando Derek era muito jovem. Movido pelo ódio, Edward Norton imputa em seu personagem um processo de desumanização assustador, culminando no assassinato de dois ladrões negros de uma gangue rival tentando roubar seu carro, em frente sua casa. Derek, com uma frieza e crueldade impressionantes, descarrega suas balas e seu ódio exalante sobre aqueles delinquentes.

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Após sair da prisão, três anos mais tarde, Derek tenta reconstruir sua vida e de sua família, renovado pelos acontecimentos na cadeia.

Mas não será fácil se desvencilhar do legado que ele mesmo construiu no passado, aliado ao ódio que agora é alimentado por seu irmão mais novo, Danny, que segue os passos de Derek e perde subitamente a referência.

O filme apresenta cenas profundas e memoráveis do período de prisão cumprido por Derek; das brigas familiares causadas pelo problema do ódio; e das práticas dos Skinheads na região.

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A atuação de Norton lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator em 1999 (perdeu para Roberto Benigni, de “A vida é bela”), e é sem dúvida uma das grandes atuações de sua carreira. Vale a pena conferir!

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FICHA TÉCNICA

Título Original: American History X
Ano: 1998
Diretor: Tony Kaye
Elenco: Edward Norton, Edward Furlong, Fairuza Balk, Beverly D’Angelo
Produção: John Morrissey
Roteiro: David McKenna
Fotografia: Tony Kaye
Trilha Sonora: Anne Dudley
Duração: 118 min
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidor brasileiro: Warner Home Video (Brazil)
Produção: New Line Cinema / The Turman-Morrissey Company

 

@LeFernandes1

As palhetas de cores dos filmes

O uso correto das cores é fundamental para a criação do clima e ambiente de um filme. O diretor e a equipe de arte e fotografia  juntam suas visões sobre o roteiro para desenvolver o universo da história, criando uma linguagem única que tem a ambição de se tornar inesquecível.

A palheta de cores é desenvolvida para ajudar à equipe na construção do  filme e, muitas vezes, está seu uso, boa parte a compreensão da narrativa.  Por exemplo, sempre que um fantasma vai aparecer em o “Sexto Sentido”, algo em tom de vermelho é destacado na cena- uma dica do diretor falando para você que o Bruce Willis está morto o tempo todo.

corre guri! Olha o vermelho ali no fundo.

Corre garoto! Olha o vermelho ali no fundo.

Confira o uso das palhetas de cores criadas para alguns clássicos do cinema.

Os Bons Companheiros, 1990

ppp-3-600x361O Rei da Comédia, 1982

ppp-5-600x361As Aventuras de Pi, 2012

Screen-shot-2013-04-17-at-6.26.48-PMOperação Skyfall, 2012

Screen-shot-2013-04-17-at-6.27.02-PMDjango Livre, 2012

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Bastardos Inglórios, 2009

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Kill Bill, 2003

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Onde os fracos não têm vez, 2009

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Fargo, 1996

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Sangue Negro, 2007

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O Mestre, 2012

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2001- Uma odisseia no espaço, 1968

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Laranja Mecânica, 1971

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De olhos bem fechados, 1999

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Janela Indiscreta, 1954

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Lucas Vilaça

@lucas_villaca

fonte: lol, hehehe

O que esperar do Festival de Cannes.

Todos os anos, os olhos e a atenção de cinéfilos do mundo inteiro se voltam para a Croisette, para ver o que de mais vanguardista o cinema está produzindo.

O mais tradicional e famoso festival de cinema divulgou na última semana, a lista de filmes selecionados para a exibição nesta edição.

Em 2013, a presidência do festival fica a cargo de Steven Spielberg. Coincidência ou não, a seleção está cheia de diretores americanos. O Brasil, que sempre foi muito bem recebido por lá,  não emplacou nenhum filme na seleção oficial.

Cannes-2013

Nos últimos anos, o festival tem influenciado cada vez mais o Oscar. Foi em Cannes, por exemplo, que ano passado o mundo começou a cair aos pés de Michael Haneke e Emanuelle Riva por “Amour”, que acabou conquistando 5 indicações ao Oscar 2013.

A gente vai ter que esperar para saber qual será o Amour deste ano, mas aqui estão algumas boas apostas. Nesta lista a gente decidiu não incluir o filme de abertura do festival, ” O Grande Gatsby”, que já foi assunto aqui.

Only God Forgives

Depois de deixar crítica e público enlouquecidos em “Drive”, Nicolas Widing Refn volta a trabalhar com Ryan Gosling em mais um thriller ultra violento. Troque Los Angeles por Bangkok, o motorista por um traficante  e você terá um plano de fundo para “Only Good Forgives”. Violência com altas doses de estilo vem por aí.

The Bling Ring 

Quando foi anunciado que Sofia Coppola iria trabalhar com Emma Watson em um filme sobre uma gangue de adolescentes ricas que roubaram a casas de celebridades em Los Angeles, uma onda de frenesi atingiu os fãs da atriz e da diretora. No que o filme vai dar a gente ainda não sabe, mas o teaser dele já rendeu um dos melhores gifs de 2013.

Inside Llewyn Davis

Quando se fala dos irmãos Coen (Onde os fracos não têm vez), a gente nunca sabe o que esperar. Por enquanto, o que sabemos é que em “Inside Llewyn Davis” teremos um musical que mostra a cena folk de Nova York nos anos 1960. No elenco, Carey Mulligan (O Grande Gatsby) e Justin Timberlake (A Rede Social).

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Le Passé

Depois de deixar o público sem fôlego, e provar que cinema iraniano poderia ser apreciado por grandes plateias, o diretor Asgar Farhadi (A Separação) volta com “Le Passé, um drama romântico passado em Paris. No elenco. Berenice Bejo ( ”O Artista”, outro filme que iniciou a carreira no Festival de Cannes).

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Behind the Candelabra

Mas talvez a maior surpresa do festival fique por conta de “Behind the Candelabra”. Não por trazer Michael Douglas e Matt Damon como um excêntrico casal, ou por ser o último filme de Steve Soderbergh. Mas por que o filme é na verdade uma produção televisiva feita pela HBO. Isso mostra como o nível a produção televisiva americana está alta.

Confira o trailer

O Festival de Cannes acontece entre 15 e 26 de maio.

Lucas Vilaça

@lucas_villaca

fonte: Hollywoodianas

Filme “300″ ganhará sequência em 2013!

Não, você não leu errado. O blockbuster “300″ (2006) ganhará um novo capítulo em 2013 –   “300: A Ascensão de um Império”. E, ao que tudo indica, a sequência virá com a mesma força e intensidade do primeiro filme.

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Baseado na história em quadrinhos “Xerxes” (de Frank Miller – o mesmo de “Demolidor” e “Sin City”) e contada no estilo visual impactante do sucesso “300″, este novo capítulo da saga épica leva a ação para um novo campo de batalha—o mar—no qual o general grego Themistokles (Sullivan Stapleton) tenta unir toda a Grécia ao liderar a batalha que mudará o rumo da guerra. “300: A Ascensão de um Império” põe Themistokles frente a frente com as imensas forças invasoras persas lideradas pelo semideus Xerxes (Rodrigo Santoro), e Artemísia (Eva Green), uma mulher em busca de vingança, e braço direito de Xerxes.

A trama, passada na mesma época de 300, mostrará a ascensão de Xerxes, e marcará a estreia de Rodrigo Santoro como protagonista de um filme em Hollywood. O filme inclusive se chamaria “Xerxes”, mas o idealizadores decidiram aproveitar a marca “300″. Gerard Butler, o Leônidas do filme original, não retorna para o segundo filme.

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Zack Snyder, diretor do primeiro filme, desta vez será produtor e roteirista, deixando a “cadeira” para Noam Murro. Murro pretende realizar sequências com muita ação, trazendo várias batalhas ao mesmo tempo, incluindo confrontos aquáticos, e afirma “Este não é uma cópia do primeiro filme. É uma nova história com o mesmo ambiente de 300″.

Ainda sem trailer oficial, a produção estreia no Brasil dia 23 de Agosto, e teve apenas seu cartaz oficial divulgado (confira abaixo). É esperar pra ver!

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@lefernandes1

Quem é O Grande Gatsby?

Esta é uma pergunta que os personagens e leitores de “O Grande Gatsby” constantemente se perguntam. Quem é o magnata Jay Gatsby?

Leonardo DiCaprio é o novo Gatsby

Leonardo DiCaprio é o novo Gatsby

Considerada a maior novela americana, “O Grande Gatsby” é a obra-prima do escritor F. Scott Fitzgerald. Narrando a euforia e decadência do sonho americano, o livro vem influenciando e seduzindo gerações de leitores ao redor do mundo desde a sua publicação em 1925.

Este ano a 3ª adaptação do livro vai chegar aos cinemas. O diretor australiano Baz Luhrmann (Moulin Rouge e Romeo + Juliet) foi o responsável pelo projeto. Conhecido pelo seu estilo exagerado, Luhrmann parece ter a fúria perfeita para adaptar a odisseia de Gatsby na decadente Nova York de 1922.

Carey Mulligan e Tobey Maguire também estão no elenco

Carey Mulligan e Tobey Maguire também estão no elenco

Tão aguardado quando o filme é sua trilha sonora, que conta com nomes como Lana Del Rey, Fergie, Will I.am, Florence & The Machine, Jack White e uma ainda ultra secreta versão de Back to Black da Amy Winehouse na voz de Beyoncé.

O Grande Gatsby vai abrir o festival de Cannes desse ano. Nos cinemas brasileiros o filme chega dia 7 de junho.

Confira abaixo o trailer.

@lucas_villaca

Personagens de Star Wars estampam ensaio da Vogue

Por Luana Botelho

Era 1977. O ano em que Elvis morreu. A década de discos empoeirados, John Travolta, discotecas e, é claro, Star Wars Episódio IV: Uma nova esperança.

O revolucionário longa de ficção científica dirigido e roteirizado por George Lucas havia acabado de ser lançado e já era considerado um marco cinematográfico. Trinta e seis anos depois, com a compra da Lucas Film pela Disney, resolvemos ressuscitar um antigo ensaio da revista Vogue, The “Force” of Fur com os personagens da saga. Completamente nonsense, esquisito e de gosto duvidoso no quesito amor às peles, o editorial tem participação especial de Jerry Hall, C3PO, Darth Vader, Jawas, Snaggletooth e Stormtroopes. Vale a pena conferir!

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Fotos: Wary Meyers