Dion Ochner e o drama da barbearia

“The Old Ways Are Back” (Os antigos hábitos estão de volta), este é o conceito “dramático” para campanha de lançamento da nova coleção da marca Dion Ochner.

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Só quem tem ou convive com alguém que cultiva uma bela barba sabe o drama e sofrimento que eles passam no dia de ir ao barbeiro, dar aquela aparadinha ou retirar de fato os pelinhos que tanto amam.
Como já diz no conceito, a campanha se baseia nos velhos hábitos, nos modelos antigos de barbearias e mostrando claramente a inspiração para a nova coleção da marca.
A Dion Ochner foi fundada em 2003 e é totalmente ligada na cultura urbana.
Prezam muito pela autenticidade dos seus produtos, por isso a produção possui números limitados, sempre com traços manuais, se aproximando o máximo possível do seu público.
Uma bela produção da The Youth, com uma trilha sonora inebriante  de Tom Waits (Shenadoah).  
 
Fonte: Zupi/DionOchner
Letícia Menezes
@LetiMenez

 

Quando tudo acaba em pizza…

Para te deixar com água na boca, a agência Artplan, em parceria com algumas locadoras criou esta ação para a Domino’s Pizza.

Imagine você em casa assistindo um filme tranquilamente, ao término do mesmo para sua surpresa ao retirar o DVD do aparelho, eis que surge a imagem de uma pizza pronta, com um aroma especial parecendo que acabou de sair do forno.

Tudo acaba em pizza

Fazendo uso de uma técnica de impressão no DVD com tinta térmica, para promover a mensagem: “Gostou do filme? O próximo fica ainda melhor com uma pizza Domino´s quentinha”, a Artplan inovou mais uma vez!

Abaixo o vídeo explicando como funciona:

fonte: exame.com

@dani pils

US$ 8 mil gerou uma marca de sucesso!

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Em 1953 Hugh Hefner estava insatisfeito com seu trabalho na revista Children’s Activities, então começou a trabalhar em uma ideia visionária, arrecadou US$ 8 mil penhorando móveis e fazendo empréstimos com familiares e amigos, e na mesa de sua cozinha escreveu a primeira edição da Playboy. Inicialmente iria chamar a publicação de Stag Party, mas ficou com medo de um processo por ter uma revista no mercado com o nomeStag’, então aceitou a sugestão de um amigo e adotou Playboy, seu logo foi desenhado em meia hora, o coelho daria o espirito divertido e a gravata sofisticação.

Pagou menos de US$ 600 por direitos autorais das fotos de Marilyn Moroe nua, que estava em inicio de carreira, ela seria a primeira ‘Sweetheart’, foram vendidas 56 mil revistas das 70 mil impressas.

Em 1954 na 2ª edição a garota da capa passa a se chamar ‘Playmate do mês’, antes de completar aniversário chega o primeiro anunciante grande, a Springmaid, no ano seguinte apontava crescimento de 102%, se torna a 49ª revista mais vendida dos EUA e a palavra ‘Center Folder’ (pôster central) entra para o vocabulário popular.

A essência da revista era o sexo, mas não abordava somente esse assunto, nunca foi uma publicação exclusiva de conteúdo erótico, o gancho seria uma revista de bom gosto que proporcionava um conteúdo útil e interessante para os homens que desejavam um estilo de vida sofisticado.

Em 1959 sua circulação passava de 1,1 milhão.

No final da década de 50 comprou a mansão Playboy, o branding de relacionamento já estava lançado com Playboy Club e Playboy Penthouse (canal tv a cabo). Passou também a ser uma marca de experiência, os assinantes frequentavam festas na mansão com direito a coelhinhas, bebiam do melhor whisky e voltavam para casa de limousine. A Playboy foi considerada marco cultural de Chicago ao realizar a 1º edição do Playboy Festival Jazz (que hoje é realizado em L.A), e toda arrecadação dos ingressos foram doados para cidade.

Com o passar do tempo novas publicações surgiram no mercado, algumas falando sobre cerveja e fusca e alcançando a classe média, mas a Playboy não se intimidou, continuou a publicar seu conteúdo refinado e suas entrevistas começaram a ganhar mais repercussão do que a ‘Playmate’.

Para gerenciar todo seu império Hefner criou a Playboy Interprise, agência de desenvolvimento e distribuição de entretenimento adulto. Hoje a empresa está estruturada em três segmentos: Publishing (que administra a revista), entretenimento (que controla ativos de eletrônicos) e licenciamento (que licencia o nome Playboy e logotipo de coelho para terceiros).

Apenas um terço da receita deriva da revista, a maior parte vem da disseminação de conteúdo em formato eletrônico, como televisão e internet, e de produtos que levam seu nome, como vestuário.

Hefner acreditou no sucesso, a revista satisfazia uma necessidade existente na época entre os leitores, era diferente de qualquer produto no mercado e era para um nicho específico. Se reinventou com as mudanças da sociedade como a chegada de novas gerações, é uma marca que aparenta ter folego para continuar adiante.

A marca Playboy é uma das mais reconhecidas e populares do mundo.

Como rendeu US$ 8 mil!

Falem bem ou falem mal, mas falem que Hefner foi corajoso e perceptivo!

 

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*Fonte de inspiração : Nos bastidores da Playboy , Susan Gunelius.

 

 

@alynepassarelli

Quem tá na chuva é pra se molhar?

Não APENAS se molhar, mas ainda quem sabe desfrutar de um belo gole de whiskey! =)

Com essa proposta a Talisker Whiskey, em parceria com a Vivid Design Works, desafiou os londrinos á enfrentarem uma tempestade.

Ai você deve estar se perguntando: - Tá, o que uma tempestade tem haver com o whiskey?

Bom, pra quem não sabe [assim como eu], Talisker é dona da única destilaria em uma das ilhas ao norte da Escócia – Skye – que também é um dos lugares mais úmidos do país, onde uma leve garoa pode rapidamente formar um fenômeno meteorológico.

Em uma instalação interativa medindo 8 metros, as pessoas escolhiam  o “nível” de tempestade que gostariam de enfrentar, os mais resistentes levavam uma garrafa do produto, e aqueles que escolhiam um nível mais fácil provavam apenas um copinho.

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Abaixo o vídeo mostra como foi à experiência e os depoimentos dos “corajosos”.

[em off] Confesso que até eu enfrentaria uma tempestade por um “golinho” de whiskey [risos]. E vocês?

fontes: exame.com

@dani pils

“No meio do caminho havia…”

Calçadas esburacadas, mal conservadas e que dificultam o trânsito de pedestres, é um problema encontrado nas maiores cidades do mundo.

O decadente ponto a que chegaram as calçadas, levou o inglês Pete Dungey a criar o projeto Pothole Gardens, (jardins em buracos) uma maneira divertida e ecológica para amenizar o problema chamar a atenção das autoridades e da população

Em seu blog: http://thepotholegardener.com/, o inglês convida todos a participarem do projeto, além de divulgar as fotos que lhe são enviadas.

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Aqui em São Paulo, não é novidade que um grande número de calçadas, encontram-se em péssimo estado de conservação, colocando em risco os cidadãos que transitam todos os dias por essas vias.

Com este mesmo conceito, em 2012 foi criado o projeto Curativo Urbano. Idealizado por cinco moradores de São Paulo e uma do Rio de Janeiro, ele descobriram uma maneira criativa de chamar a atenção para a problemática dos buracos nas calçadas. Com Band Aids gigantes, eles expressaram a necessidade de cuidar das calçadas, de sarar esses “machucados” que encontramos pelo caminho nas ruas da cidade.

No meio do caminho havia...

Mais informações acesse a fan page: https://www.facebook.com/curativosurbanos?fref=ts

Veja o vídeo de divulgação feito por eles…

Fonte: Planeta Sustentável; Catraca Livre; Curativos Urbanos

 @dani_pils

Campanha contra abuso infantil traz mensagem visível somente por crianças

Como dizer para crianças que é possível denunciar um abuso? Como fazer essa criança se sentir confiante para denunciar, e não ter medo de que o ‘abusador’ ou algum adulto o repreenda?

É comum casos de crianças que até falam para adultos que sofreram abuso, mas alguns consideram invenção, história de criança, e acabam não denunciando. Então porque não dizer para as nossas crianças que elas mesmas podem fazer isso? Elas podem denunciar!
Acredito que foi pensando nisso que a Grey Espanha criou a campanha “Sólo para Ninõs“, para a Fundación Anar. Sem dúvida, uma das campanhas mais criativas que já vi para este assunto, sempre tão triste e polêmico.
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Para a construção da peça utilizaram a imagem lenticular, aquela mesma que estamos acostumados a ver em figurinhas, que quando mudamos o ângulo de visão, podemos ver imagens distintas.
Juntando esse material e levando em consideração que crianças até 10 anos medem cerca de 1,35m de altura e a média de adultos no país é de 1,75m, criaram este ótimo cartaz onde as crianças conseguiam enxergar uma mensagem que oferecia ajuda, enquanto os adultos apenas enxergavam uma mensagem conscientizando sobre o tema.
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Com toda certeza, uma ótima solução para ajudar nossas crianças a enfrentar este tipo de problema.
 
 Fonte: Hypescience
Letícia Menezes
@LetiMenez

E se os vilões da Disney fossem bonitos?

Por causa das novelas brasileiras, filmes e séries americanas, estamos bem acostumados a vilões bonitos, maus e, as vezes, loucos. Mas na infância  não funciona assim: a criança cresce vendo os vilões de seus desenhos favoritos serem feios por dentro e por fora, associando as coisas; e a Disney até hoje segue esse pensamento quase a risca.

Um artista japonês, conhecido apenas como J., criou os vilões da Disney como lindos modelos de capa de revista. Alguns manteram a forma original (a vilã da Bela Adormecida está idêntica)  e outros, como a Úrsula, mudaram completamente. Apenas a Rainha Má, que já é uma beldade naturalmente, está fora da lista :P

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Gabriela Araújo

Fotógrafo mistura presente e passado em projeto super criativo

O fotógrafo americano Shawn Clover criou um projeto super criativo, decidiu tirar fotos de algumas partes de São Francisco que foram afetadas por terremotos no ano de 1906, grande parte destruída na época agora ganha uma mistura inusitada. Nas fotos montagens o fotógrafo mescla o ano dos acontecimentos com a época atual. Com um lindo contraste entre o preto/branco e o colorido atual , Shawn consegue  transformar uma antiga tragédia em arte. Confira as imagens abaixo ou no site do fotógrafo.

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@matheusbtomaz

Rei de Game Of Thrones é a cara de um imperador romano

Toda história de ficção tem um pezinho na realidade; até o longínquo mundo de Westeros compartilha com Roma governantes quase idênticos!

Coincidentemente (ou não), o ator que protagoniza Joffrey Baratheon é a cara do imperador Calígula (37 AD a 41 AD), conhecido por sua crueldade e insanidade.

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Calígula foi assassinado aos 28 anos pela guarda petroriana. Será este o mesmo destino do atual ocupante do Trono de Ferro?

Via

Gabriela Araújo

Pantech cria “Vega City” para promover seu smartphone

Pantech cria Vega City

Inspirado no filme Matrix, o curta batizado de “Vega City”, começa com uma mulher lutando com dois agentes, quando de repente opta por sair correndo pela cidade tentando despistá-los. É exatamente nesse momento que ela começa a fugir, que entra a ideia de stop motion.

Para criar o cenário, cerca de 500 smartphones do modelo Vega nº 6, 1.800 fotografias e 1.600 personagens de papel foram utilizados.

Curioso pra saber como ficou o vídeo? Veja abaixo o resultado da produção que levou 3 semanas de pré-produção e 7 dias de filmagem. 

PS: após o término do vídeo, rola o making off.

Fontes: Exame.com; Brainstorm9

@dani_pils