Contos de fada: grife de joias lança alianças das princesas Disney

Nunca é tarde demais para ser uma princesa, não é mesmo? Eu estava procurando anéis de formatura, quando me deparei com a belíssima coleção de anéis de noivado feitos pela grife norte-americana de joias Gemvara, em parceria com a responsável pelo Tumblr Heck Yeah Disney Merch.

Todos são feitos de pedras preciosas, atribuindo a personalidade de cada personagem no design e cores, com um mimo a mais: cada aliança tem a gravação de uma frase relativa a uma fala ou canção da princesa.

O que resta agora a nós, mulheres, é escolher a aliança preferida e enviar esse link para o namorado (vai que cola né? haha). Ainda estou em dúvida entre o anel da Aurora ou da Rapunzel, e vocês?

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Gabriela Araújo

A vida em preto e branco – Keira Knightley é Coco Chanel

Conhecida pelos filmes de época,  Keira Knightley é o rosto da Channel há alguns anos, mas dessa vez a atriz foi mais longe e decidiu encarnar a própria fundadora da marca.

Keira-Knightely-as-Coco-ChanelDirigido pelo estilista Karl Lagerfeld,  atual mente criativa da Chanel, “Once upon a time…” é um curta de 18 minutos feito especialmente para celebrar o 100º aniversário da casa.

Depois de Audrey Tautou e Shirley MacLaine, Knightley foi escolhida para dar vida àquela que é muito provavelmente o maior nome da moda de todos os tempos.

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Lagerfeld, atual mente criativa da Chanel e lenda viva para os fashionistas

Em 1913, uma jovem mulher de apenas 30 anos, chamada Gabrielle Bonheur Chanel, abriu sua primeira loja em Deauville, litoral francês, e o filme narra exatamente este momento- o início da lenda . Completamente em preto-e-branco, podemos acompanhar algumas das influências que Coco recebeu e que se tornariam essenciais para a criação da sua icônica marca.

Confira o filme completo.

Depois de invadir casamentos, eles vão virar os estagiários!

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Finalmente todas as piadinhas sobre estagiários (inspiradas na vida real, claro) vão sair da internet e virar um filme! E não serão quaisquer estagiários em qualquer empresa. O plano de  fundo do filme é, nada mais nada menos, que o famoso escritório do Google! A dupla que interpretará os estagiários serão os atores Vince Vaughn e Owen Wilson, que já atuaram juntos no filme “Penetras Bons de Bico”.

Já estava demorando para ter um filme baseado no Google, não é mesmo? Se prepare para boas risadas! Em agosto nos cinemas.

 

Gabriela Araújo

DICA DA SEMANA: “BABEL” (2006)

Brad Pitt, que desistiu de atuar em “Infiltrados” (filme multi-vencedor do Oscar de 2007 e que ele também produziu) para protagonizar “BABEL”, entra na pele de Richard, turista americano no Marrocos, em uma das melhores atuações de sua carreira.

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“BABEL” retrata 4 histórias diferentes e fragmentadas, contadas simultaneamente. Há um núcleo no qual o casal Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), em viagem ao Marrocos, passa por momentos de agonia quando Susan é atingida por uma bala perdida no meio do deserto, dentro do ônibus de turistas. Neste contexto, é contada a história de dois jovens irmãos, que saem pelo deserto marroquino de posse de uma espingarda recebida das mãos do pai. Nos EUA, ao mesmo tempo, os filhos do casal, Debbie (interpretada por Elle Fanning, irmã da talentosa Dakota) e Mike, são levados a um casamento na fronteira mexicana por sua babá Amélia. Em um último enredo, é trazida a rotina de uma surda-muda no Japão, Chieko, que vive com seu pai e com memórias da trágica perda de sua mãe.

Ao longo do filme, entendemos como são construídos os laços infindáveis entre as histórias, e porque elas estão lá. Conforme você imaginou, o título de “BABEL” remete ao míto bíblico da Torre de Babel, e não por acaso a incompreensão entre pessoas e culturas propositalmente mostradas no filme é derivada do episódio no qual homens se desentendem ao tentar construir uma ferramenta para chegar aos céus. E a narrativa do filme justifica plenamente seu título.

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O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu constrói mais uma vez seu mosaico dramático característico em “BABEL”, completando o que foi chamado por ele de “Trilogia da Dor”, depois do primeiro e mais simples “Amores Perros” (2000), e do seguinte e mais violento “21 Gramas” (2003). Juntamente com o também mexicano Alfonso Cuarón e o espanhol Pedro Almodóvar, Alejandro desponta nos 10 últimos anos com uma vertente de “câmera nos ombros” do cinema latino-americano, que já está marcando época no cinema moderno.

Dono de uma direção que transborda espontaneidade, Iñárritu acerta em cheio também no elenco de “BABEL”, convocando mais uma vez seu xodó Gael Garcia Bernal, o Che Guevara de “Diários de Motocicleta”. Além das presenças de Pitt e Blanchett, a grata surpresa do longa, com uma atuação indicada ao Oscar, fica por conta da atriz mexicana Adriana Barraza (Amélia, a babá), que desempenha um papel difícil com muita competência. Um detalhe curioso é que muitos dos membros do elenco nunca chegaram a conhecer uns aos outros até o lançamento do filme devido à distância entre os sets de filmagens.

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Com 7 indicações à estatueta de ouro (Direção, Edição, Melhor Filme, Atriz Coadjuvante – Adriana Barraza e Rinko Kikushi – e Roteiro Original), vencedor da direção em Cannes e drama no Globo de Ouro, pode-se destacar o prêmio de Melhor Trilha-Sonora no Oscar para Gustavo Santaolalla, que faz toda a diferença no contexto de “tragédia iminente” imputado em toda a trama

Um clima de medo implícito confabulado às fragilidades das emoções e sensações humanas. Fragilidades, estas, que não são somente demonstradas, e sim escancaradamente jogadas aos nossos olhos. É impossível não se sensibilizar com os acontecimentos dramáticos dos personagens de “BABEL”. Este é o contexto geral de um filme que é daqueles que mexe com nossas emoções. Um filme humano, verdadeiro e tocante. Sem dúvida alguma, se você é humano e se interessa por dramas humanos (não é regra?!), você deve assistir “BABEL”.

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FICHA TÉCNICA
Diretor: Alejandro González Iñárritu
Produção: Steve Golin, Jon Kilik, Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Guillermo Arriaga
Fotografia: Rodrigo Prieto
Trilha Sonora: Gustavo Santaolalla
Duração: 142 min.
Ano: 2006
País: EUA/ França/ México
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Anonymous Content / Paramount Vantage / Paramount Pictures / Zeta Film / Central Films / Media Rights Capital
Classificação: 16 anos

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E se os vilões da Disney fossem bonitos?

Por causa das novelas brasileiras, filmes e séries americanas, estamos bem acostumados a vilões bonitos, maus e, as vezes, loucos. Mas na infância  não funciona assim: a criança cresce vendo os vilões de seus desenhos favoritos serem feios por dentro e por fora, associando as coisas; e a Disney até hoje segue esse pensamento quase a risca.

Um artista japonês, conhecido apenas como J., criou os vilões da Disney como lindos modelos de capa de revista. Alguns manteram a forma original (a vilã da Bela Adormecida está idêntica)  e outros, como a Úrsula, mudaram completamente. Apenas a Rainha Má, que já é uma beldade naturalmente, está fora da lista :P

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Gabriela Araújo

Rei de Game Of Thrones é a cara de um imperador romano

Toda história de ficção tem um pezinho na realidade; até o longínquo mundo de Westeros compartilha com Roma governantes quase idênticos!

Coincidentemente (ou não), o ator que protagoniza Joffrey Baratheon é a cara do imperador Calígula (37 AD a 41 AD), conhecido por sua crueldade e insanidade.

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Calígula foi assassinado aos 28 anos pela guarda petroriana. Será este o mesmo destino do atual ocupante do Trono de Ferro?

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Gabriela Araújo

DICA DA SEMANA: “Preciosa – Uma História de Esperança” (2009)

Pense num filme chocante. Pense num filme perturbador, difícil. Um filme impactante, surpreendente. Estes e muitos outros adjetivos seriam necessários para definir o que exatamente se passa em “Preciosa” (Precious, do título em inglês).

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Com nome de novela mexicana, este longa em nada tem relação com os pseudo-dramas latinos dos anos 1990. A história se passa no Harlem, bairro de Nova York, em 1987. Claireece ‘Preciosa’ Jones, mais conhecida como ‘Preciosa’ (Gabourey Sidibe), é uma adolescente de 16 anos que está grávida pela segunda vez do próprio pai. Sua primeira filha, que mora com sua avó, é carinhosamente chamada de “mongo” – proveniente de mongolóide – pois é portadora da Síndrome de Down, e é através dela que Mary (Mo’Nique), mãe de Preciosa, recebe a renda do governo quando uma vez por mês a menina é trazida para sua casa no intuito de enganar a assistente social.

O filme conta em detalhes como Preciosa é maltratada, subjulgada, ofendida e agredida a todo momento por sua mãe e por seus amigos da escola, e como sua esperança se esvai à medida em que não existe qualquer amor ou carinho que a acalente.

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O roteiro, baseado no livro “Push”, da autora que foi professora no Harlem e viu essa história de perto, Sapphire – pseudônimo de Ramona Lofton – é cuidadosamente bem construído pelo diretor Lee Daniels. Filmado em apenas cinco semanas, Daniels dá um tom de drama humano ao filme que nos salta aos olhos, evidenciando que os nossos problemas em nada são comparáveis aos vividos por Preciosa.

Mo’nique (atriz que tem origem na comédia), mãe da nossa heroína e um dos personagens mais asquerosos que o cinema já mostrou, dá um show de atuação em sua interpretação vencedora do Oscar. Uma mulher amargurada e rancorosa, Mary só pensa em si mesma e não está nem ai para a filha ou para a neta. Seu olhar de indiferença, em relação aos problemas ao redor, chega a aterrorizar qualquer espectador com mínimas sensações humanas de carinho ou afeto.

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“Preciosa” é, além de tudo, uma história que precisa ser contada. Uma história que precisa chegar até nós. É uma realidade pesada, conturbada, mas que no filme é contada de forma convincente e sensível. Uma história tão real quanto a naturalidade da atriz estreante (e indicada ao Oscar) de nome difícil, Gabourey Sidibe, que fez o teste para o papel de Preciosa apenas 6 semanas antes do início das filmagens por sugestão e indicação de amigos.

“Preciosa” é um filme que você não vai ver para se distrair, muito menos para se divertir. Mas que, sem dúvida, você não deve deixar de assistir.

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FICHA TÉCNICA

Diretor: Lee Daniels
Roteiro: Geoffrey Fletcher
Produção: Oprah Winfrey; Tyler Perry
Fotografia: Andrew Dunn
Trilha Sonora: Mario Grigorov
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Lee Daniels Entertainment / Lionsgate / Smokewood Entertainment Group
Classificação: 12 anos

@LeFernandes1

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Cinema francês invade o Brasil

Entre os dias 1 e 16 de maio, acontece a nova edição Festival Varilux de Cinema Francês.

Em 2013, a programação conta com uma seleção que representa os filmes de maior impacto das últimas produções da cinematografia francesa, abrangendo todos os gêneros.

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Com uma meta de público de 100 mil espectadores, o festival vai ocorrer em 45 cidades de todo o Brasil.

Um dos destaques da programação é o longa “Ferrugem e Osso” de Jacques Audiard (“O Profeta”), filme é protagonizado por Marion Cotillard (A Origem) e Matthias Schoenaerts (Bullhead).

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No filme, um lutador de rua , sem dinheiro e sem amigos encontra Stéphanie, uma domadora de orcas. Um dia, Stéphanie sofre um grave acidente, o espetáculo se transforma em drama e ela perde as pernas. Os dois então entram em uma saga de ajuda mútua. Sem escorregar para o sentimentalismo, o filme é brutal e extremamente poderoso.

Confira o trailer.

A programação completa do festival você pode encontrar no site oficial do evento.

Lucas Vilaça

@lucas_villaca

DICA DA SEMANA: “A Outra História Americana” (1998), com Edward Norton

Trata-se de um filme difícil, pesado, mas com um ritmo ideal para seu tema: Racismo, discriminação ou crime de ódio.

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O longa “A Outra História Americana” (American History X, para os íntimos) conta a história dos irmãos Danny (Edward Furlong), o mais novo e que se espelha completamente no irmão mais velho Derek, vivido por Edward Norton.

Derek é o líder de uma gangue neonazista de ideologias racistas (também conhecida como “Skinheads”), que prega o ódio por negros, judeus e imigrantes no bairro de maioria branca ariana Venice Beach (Praia de Veneza, em português), em Los Angeles, Califórnia.

Eles perderam precocemente o pai, um bombeiro, assassinado enquanto apagava um incêndio em um bairro de maioria negra, quando Derek era muito jovem. Movido pelo ódio, Edward Norton imputa em seu personagem um processo de desumanização assustador, culminando no assassinato de dois ladrões negros de uma gangue rival tentando roubar seu carro, em frente sua casa. Derek, com uma frieza e crueldade impressionantes, descarrega suas balas e seu ódio exalante sobre aqueles delinquentes.

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Após sair da prisão, três anos mais tarde, Derek tenta reconstruir sua vida e de sua família, renovado pelos acontecimentos na cadeia.

Mas não será fácil se desvencilhar do legado que ele mesmo construiu no passado, aliado ao ódio que agora é alimentado por seu irmão mais novo, Danny, que segue os passos de Derek e perde subitamente a referência.

O filme apresenta cenas profundas e memoráveis do período de prisão cumprido por Derek; das brigas familiares causadas pelo problema do ódio; e das práticas dos Skinheads na região.

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A atuação de Norton lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator em 1999 (perdeu para Roberto Benigni, de “A vida é bela”), e é sem dúvida uma das grandes atuações de sua carreira. Vale a pena conferir!

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FICHA TÉCNICA

Título Original: American History X
Ano: 1998
Diretor: Tony Kaye
Elenco: Edward Norton, Edward Furlong, Fairuza Balk, Beverly D’Angelo
Produção: John Morrissey
Roteiro: David McKenna
Fotografia: Tony Kaye
Trilha Sonora: Anne Dudley
Duração: 118 min
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidor brasileiro: Warner Home Video (Brazil)
Produção: New Line Cinema / The Turman-Morrissey Company

 

@LeFernandes1

O trailer/teaser mais “instigante” da história do cinema.

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Todo mundo que assiste um trailer novo, fica instigado, tentado, curioso e tudo mais.
Agora imagine um trailer que cause apenas isso, apenas o mais puro desejo de assistir ao filme em questão.

Apresento a vocês o mais instigante trailer/teaser da história do cinema.
(Na humilde opinião do autor que vos fala!)

Quer ficar ainda mais INSTIGADO?
Veja os prêmios que este documentário ganhou até agora:

• 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – melhor direção, melhor montagem, melhor direção de arte e melhor filme pelo júri popular, todos na categoria documentários.
• 28º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara – menção especial
• 9º Festival Internacional de Documentários ZagrebDox – menção especial
• Films de Femmes 2013 – melhor documentário

Quer mais?
Olha só a opinião de quem já assistiu:

“ELENA é uma das experiências mais agudas e dilacerantes que já vivi no cinema.
De uma beleza incomum, o filme fica entranhado em nós por um longo tempo. Imperdível!”

Walter Salles
Diretor de “Central do Brasil”

“ELENA é uma experiência cinematográfica rara. Isto é devido à profundidade com que aborda as relações emocionais entre as três personagens e pela delicadeza poética de suas texturas, sons e texto. É como um fio que se desenrola na nossa frente e de repente estamos presos num nó sem saída. Mas o tempo ou a própria vida se encarrega de transformar o que era tragédia em memória, desfazendo o nó e deixando a vida voltar a fluir. Um filme que provoca 60 insights por minuto.”

Fernando Meirelles
Diretor de “Cidade de Deus”

“No centro, o evento trágico de uma vida interrompida cedo demais. Os vivos se despedaçam. O filme reintegra os pedaços, na medida em que isso é possível, ou seja, imperfeitamente. Não existe a ingenuidade de achar que a arte recupera a plenitude anterior ao drama. É o contrário, creio. Através do filme, o que se tenta é encontrar um modo de conciliar-se com a irrevogabilidade da morte, aprendendo a viver com o que fará falta para sempre. Se não existe desfecho limpo, de laço de fita, tampouco há prostração, pois é preciso seguir vivendo – e se possível, vez por outra, dançar um pouco, como na cena final. Esse gaio realismo, esse desejo de encontrar a alegria apesar de tudo, é o que fica e o que faz com que um filme sobre a morte consiga afirmar a vida de maneira tão forte. A impressão final é que Petra, diretora e irmã, fez e foi feita pelo filme, um pouco como aquela imagem em que uma mão desenha outra mão e é por ela desenhada. Sem a diretora, Elena não existiria; sem Elena, minha impressão é que a diretora seria mais triste, a vida presa a um luto sem resolução. Do ponto de vista do espírito, ela também seria mais pobre, pois não teria a experiência de haver realizado um dos mais bonitos filmes a que assisti em muito tempo.”

João Moreira Salles
Diretor de ”Santiago”

“Um dos mais belos (e dolorosos) documentários brasileiros dos últimos anos.”

Folha de S.Paulo

“ELENA fala das perdas vivenciadas na carne com um talento e uma coragem pouco comuns.
Ecoa fortemente dentro da gente, dor para curar a dor.”

O Globo

“Um filme que eu gostaria de ter feito. Me deixou arrepiado várias vezes, porque é um filme sobre a dor e a incompreensão da morte. E a morte não deveria existir.”

Ignácio de Loyola Brandão

“Primeiro, há três mulheres misturadas. Depois, existe a busca e a separação.
Elena agora é memória. E a memória é uma casa viva. É um dos mais belos documentários que eu já vi.”

Eliane Brum
Jornalista e documentarista

“Surpreendente e lírico. ELENA mantém a intimidade ao máximo.”

Filmmaker Magazine

Sabe qual a melhor parte? Ele estréia em todo o Brasil dia 10 de maio! ;)

Quer saber mais? Acesse: http://www.elenafilme.com/

@Mikebigode