Oi, meu nome é Abercrombie e eu sou a marca mais babaca do mundo!

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Tudo começou quando a popular marca americana Abercrombie & Fitch disse que não fabricaria mais os tamanhos GG e GGG.
VEJA

Até ai tudo bem, afinal cada marca tem o direito de não querer fabricar tais tamanhos, e outra, pode ser devido a baixa venda dos mesmos entre outros motivos.

Mas não, o fim dos tamanhos grandes não foi devido a uma queda de vendas ou algo do tipo, foi simplesmente pelo fato da Abercrombie ter um pensamento medíocre.

“Ahhh, mas isso é o posicionamento deles”
Não, isso é uma vergonha para a moda, e para o mundo de uma forma geral.

Veja a seguinte declaração:

“Toda escola tem os adolescentes legais e populares, e os que não são tanto assim. E sinceramente, nós somos destes que queremos os bonitos, “cool”, que tem uma boa atitude e muitos amigos. Muita gente não serve em nossas roupas e não devem servir. Somos exclusivos? Com certeza!”

Assim disse Mike Jeffries CEO da Abercrombie.

Obrigado Mike, você acaba de abrir meus olhos e mostrar como você e sua marca são ridículos.

O que você tem a dizer sobre isso?

@Mikebigode

via

O trailer/teaser mais “instigante” da história do cinema.

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Todo mundo que assiste um trailer novo, fica instigado, tentado, curioso e tudo mais.
Agora imagine um trailer que cause apenas isso, apenas o mais puro desejo de assistir ao filme em questão.

Apresento a vocês o mais instigante trailer/teaser da história do cinema.
(Na humilde opinião do autor que vos fala!)

Quer ficar ainda mais INSTIGADO?
Veja os prêmios que este documentário ganhou até agora:

• 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – melhor direção, melhor montagem, melhor direção de arte e melhor filme pelo júri popular, todos na categoria documentários.
• 28º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara – menção especial
• 9º Festival Internacional de Documentários ZagrebDox – menção especial
• Films de Femmes 2013 – melhor documentário

Quer mais?
Olha só a opinião de quem já assistiu:

“ELENA é uma das experiências mais agudas e dilacerantes que já vivi no cinema.
De uma beleza incomum, o filme fica entranhado em nós por um longo tempo. Imperdível!”

Walter Salles
Diretor de “Central do Brasil”

“ELENA é uma experiência cinematográfica rara. Isto é devido à profundidade com que aborda as relações emocionais entre as três personagens e pela delicadeza poética de suas texturas, sons e texto. É como um fio que se desenrola na nossa frente e de repente estamos presos num nó sem saída. Mas o tempo ou a própria vida se encarrega de transformar o que era tragédia em memória, desfazendo o nó e deixando a vida voltar a fluir. Um filme que provoca 60 insights por minuto.”

Fernando Meirelles
Diretor de “Cidade de Deus”

“No centro, o evento trágico de uma vida interrompida cedo demais. Os vivos se despedaçam. O filme reintegra os pedaços, na medida em que isso é possível, ou seja, imperfeitamente. Não existe a ingenuidade de achar que a arte recupera a plenitude anterior ao drama. É o contrário, creio. Através do filme, o que se tenta é encontrar um modo de conciliar-se com a irrevogabilidade da morte, aprendendo a viver com o que fará falta para sempre. Se não existe desfecho limpo, de laço de fita, tampouco há prostração, pois é preciso seguir vivendo – e se possível, vez por outra, dançar um pouco, como na cena final. Esse gaio realismo, esse desejo de encontrar a alegria apesar de tudo, é o que fica e o que faz com que um filme sobre a morte consiga afirmar a vida de maneira tão forte. A impressão final é que Petra, diretora e irmã, fez e foi feita pelo filme, um pouco como aquela imagem em que uma mão desenha outra mão e é por ela desenhada. Sem a diretora, Elena não existiria; sem Elena, minha impressão é que a diretora seria mais triste, a vida presa a um luto sem resolução. Do ponto de vista do espírito, ela também seria mais pobre, pois não teria a experiência de haver realizado um dos mais bonitos filmes a que assisti em muito tempo.”

João Moreira Salles
Diretor de ”Santiago”

“Um dos mais belos (e dolorosos) documentários brasileiros dos últimos anos.”

Folha de S.Paulo

“ELENA fala das perdas vivenciadas na carne com um talento e uma coragem pouco comuns.
Ecoa fortemente dentro da gente, dor para curar a dor.”

O Globo

“Um filme que eu gostaria de ter feito. Me deixou arrepiado várias vezes, porque é um filme sobre a dor e a incompreensão da morte. E a morte não deveria existir.”

Ignácio de Loyola Brandão

“Primeiro, há três mulheres misturadas. Depois, existe a busca e a separação.
Elena agora é memória. E a memória é uma casa viva. É um dos mais belos documentários que eu já vi.”

Eliane Brum
Jornalista e documentarista

“Surpreendente e lírico. ELENA mantém a intimidade ao máximo.”

Filmmaker Magazine

Sabe qual a melhor parte? Ele estréia em todo o Brasil dia 10 de maio! ;)

Quer saber mais? Acesse: http://www.elenafilme.com/

@Mikebigode 

#RefaçãoNão – Diga não a refação, o Harlem Shake do publicitário

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Com certeza você já deve ter ouvido falar do Harlem Shake, certo?

Vamos fazer uma breve introdução:

O fenômeno Harlem Shake é um meme que se espalhou rapidamente pela web e que usa como base a música do artista Baauer.
O meme nada mais é que um vídeo com pessoas dançando frenéticamente e sem nenhum sentido ou ritmo.
Alguns vídeos fizeram muito sucesso na web, o pioneiro a estourar foi este abaixo:
Imagem do vídeo "Harlem Shake" que, segundo o site "Know your meme", foi o primeiro a fazer sucesso

Mas como seria um Harlem shake baseado no publicitário?

Em 1º lugar, um publicitário nunca teria tempo para gravar um Harlem Shake.
Em 2º lugar, assista o vídeo abaixo.

Vamos criar um manifesto, #RefaçãoNão e vamos evitar a proliferação desta doença que o cliente insiste em ter.

@Mikebigode

O Jornalismo imbecil – Quanto vale uma vida?

Quanto vale uma vida? Será o custo de uma boa história? Quando a busca por reconhecimento e audiência será apenas uma consequência e o que realmente valerá é a informação?

Ontem tivemos um exemplo claro do nível de imbecilidade e falta de princípios!
Enquanto uma aluna tentava se manter em segurança em meio a tiros e desespero, um jornalista em busca de um “furo”, apenas pensava em seu próprio nariz.

Obrigado humanidade, mais um exemplo de que vamos de mal a pior!

(Desculpe por desabafar aqui, apenas senti um asco enorme em relação a toda essa história.)

Veja a história na íntegra:
[Todo o texto abaixo foi escrito aqui]

Amanda usa o Twitter durante o tiroteio

Novamente, um tiroteio dentro de numa universidade norte-americana: a Lone Star College, no Texas. Ao contrário de outras vezes, o tiroteiro de ontem não era um atirador solitário espalhando terror, mas um desentendimento entre duas pessoas que tentaram resolver a disputa à bala.

A polícia ainda tenta manter sigilo dos detalhes e dos nomes dos envolvidos, mas o fato chegou rapidamente à midia por causa de Amanda. A aluna da foto acima se trancou num dormitório ao lado do corredor onde aconteceu o tiroteio. Sem sinal no celular, ela usou a rede sem fio da escola para espalhar a notícia pela internet, com a intenção de que outros alunos e também os seus pais soubessem dos tiros e da localização exata onde ela estava.

No meio do sufoco, a aluna é assediada pela mídia. Acompanhe a sequência de tweets.

 

Alo todo mundo! Tem um homem atirando na ala Norte da escola. Isto não é piada. Por favor, fiquem em segurança. Estou muito assustada.

 

Estou trancada no quarto 163 do prédio acadêmico.

Por favor, avisem a minha mãe. Não consigo sinal de celular aqui no quarto.

Por favor, avisem todos: não venham para o prédio acadêmico.

 

Na sequência, Amanda recebe um pedido inusitado: uma mensagem do jornalista Justin Lear, editor da CNN, que pede fotos do tiroteio.

 

Jornalista: “Você tem algumas fotos do que está acontecendo na escola para compartilhar com a CNN?

Amanda: “Não, porque não posso pensar em tirar fotos enquanto minha vida está em risco”

 

Justin insiste e recebe de volta uma saraivada de tweets tão rápida quanto a ansiedade dele pelo furo jornalístico.

 

Jornalista: “Se estiver interessada em falar com a CNN, por favor me diga como posso contatá-la.”

Romancia (amiga de Amanda):  “Amanda, por favor, fique em segurança. Sua vida é mais importante que os índices de audiência da CNN.”

No final do sufoco, Amanda encerra a transmissão com uma frase conhecida.

 

Amanda: “A gente nunca imagina que essas coisas vão acontecer com a gente.”

@Mikebigode

O novo Gangnam Style

Muhammad Shahid Nazir canta seu hit 'Peixe de uma libra esterlina' (Foto: Reprodução/YouTube)

Um novo vídeo começa a chamar atenção na internet.
Trata-se do clipe da música “One Pound Fish”! E sim, a tradução é essa mesma, o “Peixe de uma Libra”.

A música criada pelo paquistanês Muhammad Shahid Nazir já conta com mais de 8 milhões de visualizações!

Além do tom cômico do clipe e da letra, a história verdadeira da música também tem seu humor.

Muhammad foi para a Inglaterra há um ano e meio com um visto de estudante, arranjou um trabalho em uma feira de alimentos, e virou um vendedor de peixe.
Como não gostava de ficar gritando o valor do peixe, resolveu escrever uma música sobre tal.

Aí não é difícil descobrir o que aconteceu não é?
O vídeo foi parar no Youtube e virou HIT com mais de 6 milhões de views.

Veja a versão original:

Algum tempo depois, um produtor musical viu e resolveu investir no FISH MAN, e assim surgiu a promessa de HIT do verão.
Confira:

 

Quem curtiu?

1° talk show realizado dentro de um ônibus

Já imaginou um Talk Show dentro de um ônibus?
Agora ele existe!

Histórias reais, contadas por personagens reais, sem qualquer pré-produção, que são abordados por Rafael Mollina no interior de algum ônibus da cidade de São Paulo. A missão é contar, ou melhor, ouvir histórias de brasileiros durante suas idas e/ou vindas na maior metrópole da América Latina, que, devida à sua característica cosmopolita, abriga uma pluralidade de seres humanos e, consequentemente, de histórias, as vezes curiosas, as vezes bizarras, as vezes intrigantes e quase sempre muito emocionantes.

Formato Original: Rafael Mollina

Direção: Lucas Mendes

Apresentação: Rafael Mollina

Produção: Helena Laurenti

Edição: Lucas Mendes

Textos: Rafael Mollina

Contato: entrepontos@rafaelmollina.com.br

Veja o 1° episódio:

E o 2° já está no ar! :)

Vale a pena assistir e passar para a frente! :)
@mikebigode

Criatividade sem limites – Spoleto parte III

Um viral atrás de outro viral, e mais um, e mais um…

Quem diria que uma sequencia de virais ia dar certo?

Pois é, mas o Spoleto lançou mais uma, depois da dupla de virais lançada a alguns meses, a rede de fast food, acaba de lançar um novo viral.

Veja o vídeo:

O briefing era: Divulgar a nova coleção de pratos.

A resolução foi: Não divulgar a coleção de pratos.

Resultado foi: GENIAL.

O que parecia impossível aconteceu, mais uma vez, com os mesmos atores, mesma “historinha”, o vídeo deu certo! :)

Clap Clap Clap.

@mikebigode

5 motivos para os homens amarem a publicidade.

O Publicitário Pobre adora reclamar da profissão, falamos sempre sobre as dificuldades da carreira e tudo mais.

Mas dessa vez estamos aqui para agradecer, isso mesmo, hoje vamos agradecer por estarmos nesta profissão tão linda e gostosa! =X

Bom, sem maiores rodeios a explicação.

A Revista Trip resolveu despir 5 publicitárias, e olha, mandaram bem! :)

Vejam as fotos.

Débora Finamor, Sabrina Monteiro, Patrícia Braga, Patrícia Aloi Moreira e Priscila Navarro

Débora Finamor, Sabrina Monteiro, Patrícia Braga, Patrícia Aloi Moreira e Priscila Navarro

Priscila Navarro e Sabrina Monteiro

Priscila Navarro e Sabrina Monteiro

Priscila Navarro, Sabrina Monteiro e Patrícia Aloi Moreira

Priscila Navarro, Sabrina Monteiro e Patrícia Aloi Moreira

A edição que chega às bancas amanhã traz Priscila Navarro, 22 anos, recepcionista da Taterka; Sabrina Monteiro, 29 anos, executiva de contas de um grande jornal; Débora Finamor, 24 anos, recepcionista da Y&R; Patrícia Aloi Moreira, 28 anos, profissional de atendimento da Ogilvy; e Patrícia Braga, 35 anos, gerente de marketing de uma empresa de cosméticos.

Pronto, agora você já sabe para onde deve enviar seu CV.

Boa sorte!

@Mikebigode

Gangnam Style – WTF?

Você já conhece o GANGNAM STYLE?
Não?

É mais ou menos assim:


Bom, você deve estar achando ridículo não é?
Pois é, pode até ser, mas este é o mais novo(nem tão novo Julho/12) sucesso da web.

GANGNAM STYLE nada mais é que uma música criada pelo rapper sul-coreano PSY.
A letra faz uma analogia sobre o modo de vida da região de Gangnam na Coréia do Sul, umas das regiões mais ricas do país.

Até aí tudo bem, afinal os todos os rappers fazem críticas, analogias e menções ao luxo e etc.
Agora imagine um RAPPER SUL-COREANO fazendo isso!
Claro que uma coisa comum não sairia não é.

A música foi lançada por meio de um videoclipe, e esse fez o mundo se render a essa dancinha “escrota” e cativante.

Veja o clipe:

Bom, agora você deve estar achando isso a pior coisa do mundo, mas calma, o sucesso não é apenas pela “tosquice” dos elementos visuais, da melodia, ou de qualquer outra coisa. Essa junção de elementos nada comuns, e muito criativos (temos que admitir).

As pessoas realmente gostaram disso, e mais, se tornaram fãs!

Dá uma olhadinha no show do cara lá na Coréia.

E você? já se rendeu ao Gangnam Style?

Ps. O cantor Latino já preparou a sua versão da música.
¬¬”

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@mikebigode

Gina indelicada ou plagiada!?

Gina indelicada é o maior fenômeno da da internet brasileira, com cerca de 8 dias a página no Facebook atingiu mais de 1 milhão de fãs!

O fenômeno foi tão grande que ela foi parar na Forbes, isso mesmo, NA FORBES!

Mas e se eu te contasse que todo o conteúdo cômico por trás deste sucesso não passa de um “kibe” de piadinhas que fizeram sucesso na internet.

Pois é!
Com o objetivo de desmascarar a GINA, foi criada uma página na internet: a GINA KIBADORA!

Muito mais que isso, surgiu também um video que mostra os principais tweets e tudo mais.

Veja:
[Vi no Update Or Die]

E agora?
Qual a verdade?

Dê a sua opinião.

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@mikebigode

[Não estamos aqui para julgar, apenas para informar!]  =D